terça-feira, 28 de fevereiro de 2012


 E CONTINUAM AS ATIVIDADES...

"Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa". (Hb 10.36)
     É com esse sentido de perseverança que estamos colocando em prática todas as atividades propostas no nosso Planejamento Paroquial 2012! Vejam aqui nossas últimas realizações:


Dia 17/02 – A PASCOM realizou a reunião de integração pastoral.


 Dia 18/02, em pleno carnaval, nossa juventude estava reunida no salão paroquial realizando a 2ª etapa da Assembleia da Juventude e traçando planos para o C.R.J 3.0 que acontecerá agora no dia 18/03! Deus os abençoe!
Dia 24/02- em frente ao Posto de Saúde Irmã Dulce, fiéis reuniram-se para juntos percorrerem as ruas do bairro, celebrando a Via Sacra  que teve como reflexão a Campanha da Fraternidade 2012: Fraternidade e Saúde Pública.
Dias 25/02- A Pastoral Catequética concluiu a formação para catequistas com participantes de catequistas da sede e representantes das comunidades.
 - 25/02 -Reunião de jovens para planejamento do CRJ. 3.0
 - Também no neste dia pela manhã, na Secretaria Municipal de Saúde aconteceu a abertura oficial da Campanha da Fraternidade e representantes da nossa Paróquia estavam presentes.

 Dia 26/02 – foi realizado o Retiro Espiritual para lideranças. Uma parada para reavaliarmos nossa espiritualidade e buscarmos forças para continuar nossa missão.
Dia, 27/02 – A Pascom realizou a oficina de instrumentalização. O objetivo foi capacitar paroquianos  para o manuseio do data show na apresentação dos slides que são exibidos na celebrações. Mateus Fadigas pacientemente orientou a todos com muito empenho e dedicação.
Também neste dia a Pastoral Familiar realizou o Aprofundamento Pré-Matrimonial.
E assim continuamos a todo vapor! Que Deus continue dando-nos força e perseverança!


No nosso álbum virtual você poderá ver as fotos! Empolgue-se  com a nossa fé e venha descobrir a verdadeira alegria de Servir!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Se Jesus te tocou, anuncia!


Qual  a sua reação se aparecesse aqui agora um homem maltrapilho, barba por fazer, roupa suja e gritasse em alta voz: Imundo! Sou imundo!? Isso hoje nos causaria espanto, asco, mas no tempo de Jesus, era normal. As pessoas que possuíam lepra, se autodenominavam “imundas”, e eram obrigadas a agirem dessa forma, pois portando-se de tal maneira evitavam que as pessoas chegassem perto e se contaminassem.
Na mentalidade do povo da Bíblia, o leproso, além de pecador era excomungado e por conta disso era condenado a viver a margem da sociedade, era excluído de todo convívio social. Vivia isolado de tudo e de todos e como se não bastasse tamanha humilhação ainda trazia guizos no pescoço para anunciar que era portador da lepra. Para ele, só restava a solidão, o abandono, as trevas.
Com o olhar de Marcos 1,40-45, podemos analisar, a grande mensagem que Jesus quer nos passar. Esse encontro do Mestre com o leproso não é casual. O Cristo Salvador, tinha uma missão a  cumprir e buscava a todo momento provocar encontros nos quais pudesse demonstrar atitudes de amor e de compaixão com os que mais precisavam.

O leproso exibe  duas atitudes que demonstram a fé, o respeito e a confiança no poder de Jesus. Quando prostra-se de joelhos, reconhece a divindade do Mestre. Quando pede “Se queres, tens o poder de curar-me”. (Mc 1, 40) mostra a fé e a crença no poder do Pai.
Naquela época, uma pessoa ser curada da lepra era como se ressuscitasse. O leproso não vacilou, colocou toda sua vida nas mãos de Jesus, e obteve d’Ele o que mais sonhava, a resposta que o salvaria e o traria de novo a sociedade. Bastou uma simples frase: “Eu quero: fica curado!”.(Mc 1, 41).É extraordinariamente bela a grandeza da fé deste homem e o sentimento de compaixão expresso por Jesus.
Retornemos a nossa realidade, e analisemos: Nos deparamos cotidianamente nos meios de comunicação de massa com noticias que nos causam dó, sofrimento e que em muitas vezes julgamos ter compaixão. Reações que expressamos  de forma momentânea, logo outros divertimentos dão lugar a tristeza e tudo fica esquecido. Com Jesus, não é assim! Compaixão para Ele,  no significado totalitário da palavra, é um sentimento que faz com que a dor do outro seja  a minha dor e sendo assim me leva a solidariedade. Como não quero sentir aquela dor do meu irmão vou fazer com que a dor dele passe. Olhar solidário, compassivo e de grande unidade!
Jesus sempre tinha e tem  compaixão! È tanto que tomou para si a dor da humanidade.
E é essa a  mensagem que Marcos quer nos deixar através desse Evangelho. Diante de Jesus todo mal pode ser curado.  Não existem obstáculos para impedir o toque de Jesus nas nossas chagas, nos nossos sofrimentos, em tudo que nos afasta do Amor! Quantas vezes damos oportunidade a Deus para que Ele nos toque? Deus não quer que fiquemos prostrados, Ele quer sim, nos curar, nos levantar, trazer luz para nossa vida.
Na atual sociedade temos vários tipos de leprosos carecendo do nosso toque, da nossa atenção, das nossas mãos, dos nossos cuidados. Hoje, há  diversos tipos de lepras sociais atingindo e causando abandono e dor.  Os envolvidos no mundo da drogadição, tratados com tanta indiferença, com tanto preconceito, como se eles mesmos fossem responsáveis por seus atos. Os moradores de ruas, portadores de câncer, de  AIDS, a falta de perspectiva de vida! Neles também Jesus quer tocar através das nossas mãos, através do nosso olhar  compreensivo e benevolente, através do nosso  serviço.
Quando o leproso sentiu-se curado não obedeceu o pedido de Jesus (Mc 1, 44) saiu  divulgando a todos o que tinha acontecido. Também nós que somos tocados por Ele é impossível permanecermos estáticos diante dessa demonstração de tão grande amor. Quando Ele nos toca, sentimos o coração arder, sentimo-nos animados e felizes porque tivemos essa experiência de reconhecer que amamos e somos amados.
Se Cristo em algum momento da tua vida te tocou, seja como esse leproso curado, prove a Ele de verdade que você o reconhece como o Deus compassivo e bondoso. Faça a experiência de partilhar o tesouro que encontrou. Abra a sua mão, o seu coração e seja você mesmo a mão que acolhe, acalma, ajuda, a mão que pode ajudar a curar as dores do mundo. Não espere  o milagre acontecer para despertar a fé, mas  tenha  certeza que a sua fé pode levar a acontecer o milagre. Levanta  e anuncia a todos que Ele verdadeiramente te tocou e te deu coragem para construir um reino de paz, amor  e solidariedade!
                                        Texto baseado na homilia do dia 12/fev/2012 proferida por Pe Ednelson

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Inicio do Ano Pastoral a todo vapor!


 O ano pastoral foi iniciado com grandes realizações na nossa Paróquia!
Sábado (11/02) realizou-se a Assembléia da Juventude e contou com um grande número de jovens da sede e das comunidades.
Também no sábado e domingo (13/03) aconteceu a formação para catequistas. Estiveram, presentes coordenadoras das comunidades, catequistas já em exercício e  novatas! A Pastoral catequética acolhe com muito carinho as novas catequistas!
Na segunda-feira (13/02), sob a direção do Diacono Marcilio, aconteceu o estudo sobre a Campanha da Fraternidade 2012, cujo tema é: Fraternidade e Saúde Pública e tem como lema: Que a saúde se difunda sobre a terra (cf. Eclo 38,8). 
Um grande número de paroquianos se fez presente e a partilha entre os mesmos tornou-se  muito enriquecedora.
 Profissionais da área de saúde como a Enfermeira e Terapeuta de Casais Conceição Fadigas e o Pároco Pe. Ednelson, que também é Psicólogo, foram referências para sanar dúvidas  sobre a saúde de forma integral.
Hoje, 14/02, pela manhã a Pastoral da Criança iniciou as atividades com a visita das líderes as residências e a noite o Grupo Mãe de Joelhos, Filhos de pé, retoma seu momento de oração.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Assembleia da Juventude

Neste sábado, 11 de fevereiro de 2012, aconteceu a primeira Assembleia da Juventude da nossa Paróquia, na qual, jovens de todas as comunidades  e interessados no assunto se reuniram para uma tarde de discussão e esclarecimentos sobre o setor da Juventude da nossa Paróquia.
 Uma grande “radiografia” da juventude foi exposta pelos componentes, permitindo identificar as falhas que transformarão em possíveis metas para este ano de 2012.

 Com muita dedicação, perseverança e entusiasmo a tarde foi bastante produtiva.

 Para aqueles que não puderam compartilhar este momento conosco, no próximo sábado, 18 de fevereiro de 2012, às 13:30h,  estaremos nos reunindo novamente para finalmente colocar no papel o planejamento para este ano.
Confira mais fotos no nosso álbum virtual

BAILE DE MASCARAS

Em clima familiar, com muita música e animação foi assim o Baile de Máscaras. Com este evento a comissão de festas 2012 inicia suas atividades em prol da construção do "Novo Templo para o Redentor"


Parabéns a comissão que com tanto carinho e dedicação organizaram este brilhante evento. Que Jesus lhes dê força e perseverança nesta grande missão.
Confira mais fotos no nosso álbum virtual.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Celebrações


A Paróquia Cristo Redentor comunica que as celebrações deste domingo acontecerão nos horários normais.

07h30min e 19h30min  - Jomafa

18h00min - Aviário e Rosário

O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei medo?
O Senhor é a fortaleza da minha vida; a quem temerei?
Quando malfeitores me sobrevêm para me destruir, meus opressores
e inimigos, eles é que tropeçam e caem.
Ainda que um exército se acampe contra mim, não se atemorizará o meu
coração; e se estourar contra mim a guerra, ainda assim terei confiança.
Uma coisa peço ao Senhor, e a buscarei:
que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para
contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo.
Pois, no dia da adversidade, ele me ocultará no seu pavilhão; no recôndito
do seu tabernáculo, me acolherá; elevar-me-á sobre uma rocha.
Agora, será exaltada a minha cabeça acima dos inimigos que me cercam.
No seu tabernáculo, oferecerei sacrifício de júbilo; cantarei e salmodiarei ao Senhor.
Salmo 27.1-6

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Missa da Misericordia


A Paróquia Cristo Redentor Informa que por motivo de segurança esta suspensa a celebração da misericórdia que aconteceria nesta sexta feira.




quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

46ª Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais


O papa divulgou ontem, 24, a Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2012. Com o título “Silêncio e palavra: caminho de evangelização”, Bento XVI explica que as relações entre o silêncio e palavra são “dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas”.

Leia a íntegra da 46ª Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais:

Silêncio e palavra: caminho de evangelização

Amados irmãos e irmãs,

Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspecto do processo humano da comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.

O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajuda-nos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons.

Grande parte da dinâmica atual da comunicação é feita por perguntas à procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes. Entretanto, neste mundo complexo e diversificado da comunicação, aflora a preocupação de muitos pelas questões últimas da existência humana: Quem sou eu? Que posso saber? Que devo fazer? Que posso esperar? É importante acolher as pessoas que se põem estas questões, criando a possibilidade de um diálogo profundo, feito não só de palavra e confrontação, mas também de convite à reflexão e ao silêncio, que às vezes pode ser mais eloquente do que uma resposta apressada, permitindo a quem se interroga descer até ao mais fundo de si mesmo e abrir-se para aquele caminho de resposta que Deus inscreveu no coração do homem.

No fundo, este fluxo incessante de perguntas manifesta a inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades, pequenas ou grandes, que dêem sentido e esperança à existência. O homem não se pode contentar com uma simples e tolerante troca de cépticas opiniões e experiências de vida: todos somos perscrutadores da verdade e compartilhamos este profundo anseio, sobretudo neste nosso tempo em que, «quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011).

Devemos olhar com interesse para as várias formas de sítios, aplicações e redes sociais que possam ajudar o homem atual não só a viver momentos de reflexão e de busca verdadeira, mas também a encontrar espaços de silêncio, ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Na sua essencialidade, breves mensagens – muitas vezes limitadas a um só versículo bíblico – podem exprimir pensamentos profundos, se cada um não descuidar o cultivo da sua própria interioridade. Não há que surpreender-se se, nas diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio constituem espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas. O Deus da revelação bíblica fala também sem palavras: «Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por meio do seu silêncio. O silêncio de Deus, a experiência da distância do Onipotente e Pai é etapa decisiva no caminho terreno do Filho de Deus, Palavra Encarnada. (...) O silêncio de Deus prolonga as suas palavras anteriores. Nestes momentos obscuros, Ele fala no mistério do seu silêncio» (Exort.  ap. pós-sinodal Verbum Domini, 30 de Setembro de 2010, n. 21). No silêncio da Cruz, fala a eloquência do amor de Deus vivido até ao dom supremo. Depois da morte de Cristo, a terra permanece em silêncio e, no Sábado Santo – quando «o Rei dorme (…), e Deus adormeceu segundo a carne e despertou os que dormiam há séculos» (cfr Ofício de Leitura, de Sábado Santo) –, ressoa a voz de Deus cheia de amor pela humanidade.

Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus. «Temos necessidade daquele silêncio que se torna contemplação, que nos faz entrar no silêncio de Deus e assim chegar ao ponto onde nasce a Palavra, a Palavra redentora» (Homilia durante a Concelebração Eucarística com os Membros da Comissão Teológica Internacional, 6 de Outubro de 2006). Quando falamos da grandeza de Deus, a nossa linguagem revela-se sempre inadequada e, deste modo, abre-se o espaço da contemplação silenciosa. Desta contemplação nasce, em toda a sua força interior, a urgência da missão, a necessidade imperiosa de «anunciar o que vimos e ouvimos», a fim de que todos estejam em comunhão com Deus (cf. 1 Jo 1, 3). A contemplação silenciosa faz-nos mergulhar na fonte do Amor, que nos guia ao encontro do nosso próximo, para sentirmos o seu sofrimento e lhe oferecermos a luz de Cristo, a sua Mensagem de vida, o seu dom de amor total que salva.

Depois, na contemplação silenciosa, surge ainda mais forte aquela Palavra eterna pela qual o mundo foi feito, e identifica-se aquele desígnio de salvação que Deus realiza, por palavras e gestos, em toda a história da humanidade. Como recorda o Concílio Vaticano II, a Revelação divina realiza-se por meio de «ações e palavras intimamente relacionadas entre si, de tal modo que as obras, realizadas por Deus na história da salvação, manifestam e confirmam a doutrina e as realidades significadas pelas palavras; e as palavras, por sua vez, declaram as obras e esclarecem o mistério nelas contido» (Const. dogm. Dei Verbum, 2). E tal desígnio de salvação culmina na pessoa de Jesus de Nazaré, mediador e plenitude da toda a Revelação. Foi Ele que nos deu a conhecer o verdadeiro Rosto de Deus Pai e, com a sua Cruz e Ressurreição, nos fez passar da escravidão do pecado e da morte para a liberdade dos filhos de Deus. A questão fundamental sobre o sentido do homem encontra a resposta capaz de pacificar a inquietação do coração humano no Mistério de Cristo. É deste Mistério que nasce a missão da Igreja, e é este Mistério que impele os cristãos a tornarem-se anunciadores de esperança e salvação, testemunhas daquele amor que promove a dignidade do homem e constrói a justiça e a paz.

Palavra e silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da ação comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo. A Maria, cujo silêncio «escuta e faz florescer a Palavra» (Oração pela Ágora dos Jovens Italianos em Loreto, 1-2 de Setembro de 2007), confio toda a obra de evangelização que a Igreja realiza através dos meios de comunicação social.

Vaticano, 24 de Janeiro – Dia de São Francisco de Sales – de 2012.

BENEDICTUS PP XVI

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

21 de Janeiro- Dia Mundial da Religião

Uma reflexão no Dia Mundial da Religião


O Dia Mundial da Religião é uma oportunidade para todos nós refletirmos sobre os nosss valores espirituais e sagrados. Toda religião tem no seu embrião esta busca do ser humano de encontrar com o sagrado, com o Ente superior. Dentro de nós existe uma sede pelo sagrado e a humanidade desde suas origens na época das cavernas vive um busca incessante pelo Ser superior.

Deus se dá a conhecer a toda pessoa humana que o busca de coração sincero e Ele mesmo toma a iniciativa de se revelar e se manifestar aos homens, como é a crença das religiões monoteístas que domina a maior parte do universo religioso.

A religião alimenta e preenche o coração humano tão sedento de alimento para a alma e para o espírito. Ela coloca o homem no seu lugar e despoja as vestes do orgulho e das ambições materiais mostrando-nos que o homem não é o fim de tudo e que acima dele existem realidades superiores.

O homem sem religião é mais vazio de si mesmo e de valores. Não é menos importante ou menor do que ninguém, porém, a religião o torna mais digno da sua própria natureza humana e lhe dá certeza que ele não anda sozinho na complexa realidade da existência. O ser humano sem religião é mais pobre e mais pobre ainda é a religião que não respeita e valoriza o ser humano com seus valores existenciais sagrados.

A mais dura realidade do universo religioso são as guerras de fé e a intolerância religiosa quando uma crença não consegue conviver com outra crença diferente. As consequências são as mais desastrosas possíveis e a sociedade humana se torna mais insegura e perplexa diante de tamanhos absurdos. O valor e as crenças de qualquer religião são comprensíveis e respeitáveis. O que não se compreende e fica difícil de tolerar são as perseguições e lutas que nascem e que instalam-se em nome destas crenças.

A paz universal só será possível com a paz religiosa. Aliás, o fim de toda e qualquer religião deveria ser promover a paz e a harmonia. A humanidade evolui e as religiões não podem regredir. Quanto mais nos aproximamos de Deus, mais nos tornamos semelhantes a Ele. E o mundo está sedento da paz de Deus, do amor de Deus e da harmonia que vem do coração d'Ele.

Entre nós não fica bem falarmos do amor de Deus e promovermos discórdias e disputas religiosas. O Nosso único dever na promoção religiosa é promovermos a paz e o respeito entre todos os seres humanos.

Inclusive respeitar quem não cre como a gente ou ainda que não cre em nada. A verdadeira religião convence pelo testemunho do amor e não pela força. A verdadeira religião transforma o coração para Deus e para o amor e respeito ao próximo.

Pe. Roger Araújo
Jornalista, Comunidade Canção Nova

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Dia de Reis

Ontem, 08/01, após a bela celebração da Missa da Epifania do Senhor, o grupo de Reisado Estrela de Belém presenteou a comunidade com uma alegre apresentação.

O Dia de Reis é uma data especial celebrada pelos fiéis da religião Católica, e a data seria o momento em que Jesus Cristo, recem nascido, recebe a visita dos três reis magos.

  Com o fim das comemorações de Natal e o tempo do advento, tem o início do tempo comum para a Igreja Católica é hora também de desmontar árvores de Natal, luzinhas e presépios.