sábado, 12 de outubro de 2013

SEMANA MISSIONÁRIA


“As pessoas precisam mais do que pão para suas vidas. Elas precisam alimentar-se de cada palavra de Deus” (MT 4, 4)
 

Estamos em tempo de Missões Populares! Elas serão realizadas de 14 a 20 de outubro na Paróquia Senhor do Bonfim no alto do Cruzeiro, mas toda a Forania I estará envolvida, enviando seus sacerdotes, religiosos e missionários. A Forania I é composta das seguintes Paróquias: Senhor do Bonfim, Catedral de Nossa Senhora Santana, Senhor dos Passos, Santo Antônio, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Nossa Senhora de Fátima, Cristo Redentor e Santa Clara. Neste tempo forte e oportuno, vamos cumprir nossa missão de batizados – “Ide e anunciai o evangelho a todas as criaturas”. Com este lema, “Ide e Anunciai”, vamos bater de porta em porta, dois a dois, visitando os doentes, as escolas e proporcionando àqueles que estão à margem da nossa sociedade, que também são nossos irmãos, a oportunidade de conhecer o Evangelho de Jesus Cristo. Desde julho a nossa paróquia vem se preparando para este momento, participando das reuniões de espiritualidade e da organização das missões. Assumiremos a Comunidade “Paulo Apóstolo” no bairro do Sobradinho. Orem por nossos missionários para que nunca vos falte a saúde para trabalhar a serviço do reino de Deus, a disponibilidade para servir ao próximo e a vontade de ser discípulos missionários, pois a messe é grande e poucos são os operários.

“Não tenho ouro nem prata, mas trago o que mais precisos me foi dado: Jesus Cristo” (Papa Francisco)

(DAI- Paroquia Cristo Redentor)

sábado, 8 de junho de 2013

Homilia da Missa do Sagrado Coração de Jesus presidida  pelo Padre Gilvan (07/06/2013), na Paróquia Cristo Redentor.

Pe.GILVAN. Foto: Lúcia Andrade
      Após saudação aos irmãos e irmãs presentes à missa, padre Gilvan inicia sua homilia citando que, a partir da devoção popular ao Sagrado Coração de Jesus, a igreja coloca tal festa dentro de sua liturgia. Muitos papas descobriram nessa devoção uma verdadeira fonte de espiritualidade para a vida cristã. Deus, no coração de Jesus, realiza esta profecia de Ezequiel (Ez 34, 11). “Eu mesmo vou procurar e resgatar as ovelhas perdidas da casa de Israel; vou ao encontro daquele filho que se perde, do coração que me abandona, do coração angustiado, aflito; vou ao encontro daquele que perdeu o sentido da própria vida”. É Deus que, em Jesus Cristo, vem caminhar entre nós; senta-se à mesa com os pecadores, acolhe os órfãos, as viúvas, os doentes e diz, nas escrituras do profeta Isaías (Is 43, 4): “o homem e a mulher são preciosos aos olhos do Senhor”. 
      Nós somos preciosos aos olhos de Deus, foi por isso que Jesus veio ao nosso encontro. É ele quem vai apascentar as ovelhas, reconduzir a extraviada, enfaixar a da perna quebrada, fortalecer a doente e vigiar a ovelha gorda e forte. Essa profecia se torna realidade quando Jesus fala aos escribas e fariseus num contexto em que a ovelha era o bem mais precioso para o pastor, já que esse dedicava a sua jornada inteiramente a elas, pois precisavam estar sempre bem. Utilizando essa passagem, Jesus diz a eles essa parábola: “Se um de vós tem cem ovelhas e perde uma, não deixa as noventa e nove no deserto e vai atrás daquela que se perdeu até encontrá-la? Quando a encontra, celebra, é festa, é alegria”, e continua: “eu estou com vocês que são justos, mas meu coração de pastor vai se alegrar ainda mais por um só pecador que se converte do que por noventa e nove justos que estão diante de mim”. 
    Jesus nos diz o seguinte ao proferir essa parábola: todas as pessoas são merecedoras e dignas de fazer a experiência do amor do nosso Deus, um amor que permanece dentro dos cumprimentos das leis, dentro dos nossos horários costumeiros, das nossas atividades de rotina. É preciso ir ao encontro daqueles que estão perdidos, distantes, daqueles que foram abandonados, excluídos. 
      Prosseguindo em suas palavras, o presidente da celebração cita que o amor de Deus em Jesus Cristo tocou profundamente a vida daqueles que sofriam, sobretudo, no coração dos que tinham necessidades. Todos nós temos nossas necessidades e aflições e é por isso que, confiantes na manifestação do amor de Deus no coração de Jesus, queremos colocar nossas dores, nossos corações e nossas vidas diante do coração de Jesus. É com essa certeza e esperança que vivemos a partir do Espírito derramado em nossos corações. Espírito é o próprio amor de Deus que nos chama a uma atitude também de pastores, uma vez que as atitudes e os sentimentos de Cristo em nós, como cristãos, precisamos desenvolver. Esta é a nossa alegria: estar diante do outro e essa mesma pessoa reconhecer, por nossas atitudes e sentimentos, a presença do mestre. 
      Por onde quer que passemos, a presença do mestre deve-se instalar e tornar perceptível a partir da nossa vida. Todos somos chamados por Deus para colaborar com nossos irmãos, esse é o evangelho que precisa resplandecer em nosso contexto, é o evangelho da ternura, aquele que consegue olhar o ser humano a partir do olhar do pastor, do nosso Deus. No seio da comunidade, Deus suscita vocações específicas para que as pessoas possam doar plenamente suas vidas para cuidar dos outros, assim como Jesus cuidou de seus fiéis e de sua igreja. 
   Todos somos convidados a abraçar a causa do evangelho, para que tenhamos a experiência do amor e da misericórdia do nosso Deus. Peçamos a ele a graça - por meio do seu Espírito, que já está no nosso coração – para que possa suscitar em nós o desejo de fazer a experiência e de ir ao encontro daqueles que estão afastados da nossa comunidade (os batizados, nossos irmãos católicos, dependentes químicos, presidiários, doentes). Não menos importante é procurarmos, também, aquelas crianças que necessitam de uma educação na fé, bem como aqueles que perderam membros de suas famílias e que, por causa da morte, estão abalados na crença em Deus; os que perderam o sentido da vida, os sofredores, os pobres e ricos, os excluídos, os que estão satisfeitos com a vida material, mas que ainda não abriram a sua existência para o divino, entre outros. 
    Padre Gilvan concluiu esclarecendo que, nós podemos, na imitação do pastor, conduzir essa palavra de verdade, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações. 
 Louvado seja nosso Senhor!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012


C O N V I TE

Estamos às portas da nossa Assembleia Paroquial, na qual momento máximo de organizacional e planejamento de nossa comunidade. Por isso, estamos lembrando a todos os Coordenadores de Pastoral e Grupos e Movimentos que o nosso encontro será realizado nos dias 08/12 das 14h às 18h  e 09/12, de 09h às 12h.
Devem participar por “dever de ofício”, com direito a voto ou veto e com obrigação da presença:
         Membros do Conselho Paroquial de Pastor
          Membros do Conselho Paroquial de Administraçã
          Membros do Conselho Comunitário de cada bairro
          Coordenador (a) e vice de cada grupo ou pastoral
          Representante da comissão da festa de cada bairro
          Diretoria da Associação Comunitária ASCOCRE.

Podem participar por sentimento de pertença:
Todos os membros de grupos ou pastorais
Membros das comissões de festa
Voluntários e benfeitores da paróquia
 Participantes das missas.

Antecipadamente, rezemos pelo bom êxito da nossa Assembleia.  

            Pe. Ednelson da Silva     e    Diácono Marcílio Bispo
                                                                           

N.B.: Para fins de organização do material didático, do lanche e do espaço, pede-se que todos confirmem a presença pelo telefone 3223-4423 (tarde).

domingo, 25 de novembro de 2012


9ª noite
TEMA: A FÉ GERA COMUNIDADE
O Pregador da noite foi o querido Frei Mário Sérgio.
Iniciou a pregação com a saudação franciscana, "Paz e bem" e relembrou a nossa origem como comunidade dos frades Capucinhos e nos convidou a refletir sobre o tema da noite.
Pontuou a experiência de fé na vida de todo cristão: Todos nós temos fé. A fé não é previlégio de um ou de outro. No ato da concepção, Deus nos dá de presente a capacidade de acreditar. Então porque uns se dizem com fé e outros não? Porque muitas pessoas ainda dizem: Deus não me deu fé? Isso é um grande equivoco! Fé todos nós temos sim, o que acontece é que uns cultivam a fé, regando com experiência de uma vida dedicada ao serviço, colocando essa fé na prática a serviço da comunidade, vivendo  de forma solidária, aceitando as diferenças e sendo testemunho vivo de uma fé que faz brotar o amor, a paz e a alegria entre irmãos. Outros preferem enterrar essa fé, não difundí-la.
Mencionou a beleza do enamoramento com Jesus, quando esse dá-se através  da graça do encontro pessoal com Ele. Fez alusão ao Livro de Jó " Antes eu te conhecia de ouvir falar; mas agora os meus olhos podem te ver.” (42,5) Não basta dizer tenho  fé, tem que ter esse enlace de amor, de confiança e essa só se adquire com o cultivo da fé, principalmente na comunidade.
Continou nos convidando a refletir sobre os paradigmas de uma fé comunitária, a qual tanto Jesus se dedicou a construir, desde o chamado dos apóstolos, quando disse a estes: "Onde dois ou três estiverem reunidos no meu nome, Eu estarei no meio deles" (Mt 18,20). Citou também nossas limitações para vivência em comunidade, nossas fraquezas, o pensar em desistir, a incapacidade de perdoar o outro, a falta de aceitação e nos pediu para que nesses momentos pensassemos em Simão Pedro quando disse: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.1 Jo 6:68, e assim voltarmos nosso pensamento a Deus, reconhecendo que precisamos afirmar a beleza de ter fé, para que outros encontrem em nós o verdeiro testemunho de uma fé que é vivenciada no dia-a-dia em todos os lugares que permeamos.
Falou ainda sobre uma fé vivida sem compromisso com a Igreja, sem doutrina, sem conteúdo, sem qualidade. Essa é uma fé fácil de ser destruída, pois não encontra nos ensinamentos bíblicos, embasamento para um seguimento cristão e convicto.
Concluiu deixando as palavras: "Um coração que bateu por amor por Jesus, nunca mais poderá viver sem Ele".

   8ª Noite
TEMA: A FÉ RESTAURA PESSOAS
Teríamos como pregador na noite de hoje o querido Frei Cristovão, mas devido  um atraso do retorno da sua viagem de peregrinação, ficou impossibilitado de comparecer. Que Deus o abençoe!
Pe. Ednelson nos presenteou com mais uma das suas belas homilias.
Iniciou relembrando a bela pregação da noite anterior do Pe. João Eudes: a dimensão horizontal da fé,  a proposta de uma fé vivenciada na prática de uma forma comprometida, perpassando os muros da igreja e a preocupação com os rumos que a fé está tomando na atual sociedade.
Voltando ao Evangelho da noite (Mc 5, 25-34), Pe. Ednelson analisou a situação da mulher hemorrágica em detalhes, contextualizando todo preconceito existente naquela época: a mulher com menstruação, a falta de filhos, entre outros. Ressaltou a beleza da fé da mulher,a confiança absoluta, a entrega. Nos levou a refletir como está a nossa fé, se Jesus está nos tocando verdadeiramente, se estamos nos lançando sem receio nos braços do Pai e concluiu  nos pedindo para nos entregarmos por completo a  esse amor que Deus nos dá gratuitamente, pois só assim sentiremos restaurado o nosso coração e aí sim, receberemos chuva de bençãos em todos os seguimentos da nossa vida!
  

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

  7ª noite Novenário

Tema: Fé e justiça caminham Juntas
Nosso pregador da noite foi o querido Pe. João Eudes, que iniciou  falando sobre o Ano da fé e o importante projeto de evangelização e conscientização que está sendo abraçado por todas as paróquias. Pediu envolvimento  de todos na meditação sobre uma fé comprometida e traduzida em obras. Falou da fé superficial, o individualismo e  o relativismo que vem imperando na atual sociedade.

Nos convidou a viver a fé fora dos muros da igreja, uma fé que preocupa-se com o próximo, que se envolve com problemas socias como: aborto, politica, drogas, eutanásia, violência, entre outros.

Ainda, em relação a fé e justiça, nos levou a refletir sobre uma fé, que não deve ser traduzida em obras de assistencialismo e sim como uma cobrança justa de direitos, que cabem ao cidadão para viver com dignidade. Assim, nos pediu um maior envolvimento em questão da violência tão alastrada na nossa cidade, pedindo que nos posicionemos perante a situação exigindo justiça e responsabilidade.
Continuou também nos pedindo para viver a fé no âmbito da nossa casa, na nossa família, mesmo com toda dificuldade.
Concluiu dizendo: Fé, obra e justiça trabalham juntas.